sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Histórias do cotidiano



Quem com ferro fere...

O cara chega com sua amante a um motel e lá encontra o carro de seu sogro estacionado. Bravo com a leviandade do sogro, resolveu aplicar-lhe uma lição. Rouba-lhe o som de seu carro e faz alguns riscos na lataria.
Dia seguinte, vai visitar o sogro que se mostra muito enraivecido.
-  Está triste, sogro? Aconteceu alguma coisa? Por que está tão bravo?
Ao que o sogro esclarece:
- Como não vou estar bravo, se emprestei meu carro à descuidada da sua mulher ir à igreja e lhe roubaram o rádio e ainda riscaram a lataria! 


O telefone noturno

Telefone toca, à noite, e o marido fala à esposa:
Se for para mim, diga que eu não estou em casa.
Mulher atende e diz:
- Sim, ele está em casa...
Marido, reclamando:
- Mas... caramba!
Mulher:
- ...era para mim...

Assalto no Rio

Há dias, havia acontecido um sequestro, com quatro torcedores envolvidos. Quando as mulheres souberam a notícia, logo quiseram perguntar onde eles estavam.
Primeiro foi a mulher do vascaíno:
- Senhor, onde meu marido está?
O senhor responde:
- Ele está no hospital agora.
Depois foi a mulher do torcedor do fluminense.
- Senhor, onde está meu marido?
- Ele está na praia, sendo atendido pelos médicos.
Aí foi a mulher do botafoguense:
- Senhor, onde meu marido está?
- Está numa igreja da Lapa.
E aí, a mulher do flamenguista perguntou:
- Senhor, onde meu marido está?
Ele está em Bangu II, na prisão de segurança máxima.


Família complicada

Pergunta o médico.
- Senhor José, o senhor está em muito boa forma para 40 anos.
- E eu disse que tenho 40 anos?
- Que idade tem?
- Fiz 55 em agora em março.
- Não me diga! E quantos anos tinha o seu pai quando morreu?
- E eu disse que o meu pai morreu?
- Oh, desculpe! Quantos anos têm o seu pai?
- O velho tem 80.
- 80? Que bom! E quantos anos tinha o seu avô quando morreu?
- E eu disse que ele morreu?
- Sinto muito. E qual é a idade dele?
- 101, e ainda anda de bicicleta.
- Fico feliz em saber. E o seu bisavô? Morreu de quê?
- E eu disse que ele tinha morrido? Ele está com 118 e vai casar pra semana que vem.
- Agora já é demais! - Diz o médico revoltado. - Por que é que um homem de 118 anos iria querer casar?
- E eu disse que ele queria casar? Não queria nada, mas engravidou a moça...

Duas meninas

Duas menininhas chegam num consultório médico. O doutor pergunta:
- Quem está doente?
Fala a menina mais nova:
- Eu, tio, engoli uma moeda de um real.
Fala o médico:
- Muito bem, vamos tratar disso.
O médico, dirigindo- se a outra menina, pergunta:
- E voce, minha filha, o que é que tem?
Fala a segunda menina:
- É que a moeda é minha.


Sabedoria, o dom maior da idade.

Dona Berta tinha 80 anos. Ocorre que o médico que a tratara, por quase toda a sua vida, havia falecido, tendo sido substituído por outro. Na primeira consulta com o novo médico, ele a indagou, engasgado, ao revisar a lista de medicamentos que lhe haviam sido receitados:
- Dona Berta, por que a senhora ainda ingere pílulas anticoncepcionais?
- Porque elas me ajudam a dormir, doutor!
- Dona Berta, lhe afirmo que não há absolutamente nada, nestas pílulas, que possam fazê-la dormir!
Neste momento, a velhinha sorri e responde:

- Sim, eu sei... Mas todas as manhãs dissolvo uma pílula no suco de laranja da minha neta de 16 anos... E assim durmo bem todas as noites, compreendeu?


Velhinha motorista

Um policial avista um carro em baixíssima velocidade e manda parar. É uma velhinha, acompanhada de três amigas.  O guarda adverte:
- Minha senhora, andar devagar demais pode provocar acidente.
- Mas, seu guarda, estou obedecendo à sinalização, diz a mulher, apontando a placa: BR-30.
- Minha senhora! Essa placa não indica limite de velocidade, e sim o número da estrada. Trate de prestar mais atenção, certo? Só mais uma coisa. Suas amigas estão bem? Parecem assustadas.
- Elas já vão melhorar. É que acabamos de sair da BR-201.


Teste da banheira

Durante a visita a um hospital psiquiátrico, um dos visitantes perguntou ao diretor:
- Qual é o critério pelo qual vocês decidem quem precisa ser hospitalizado aqui?'
- Respondeu o diretor:
- Nós enchemos uma banheira com água e oferecemos ao doente uma colher, um copo e um balde e pedimos que a esvazie. De acordo com a forma que ele decida realizar a missão, nós decidimos se o hospitalizamos ou não.
- Entendi – disse o visitante – uma pessoa normal usaria o balde, que é maior que o copo e a colher.
Não – respondeu o diretor – uma pessoa normal tiraria a tampa do ralo.
- O que o senhor prefere? Quarto particular ou enfermaria?




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